A Operação Sufocare Fronteiras, coordenada pela Polícia Militar de Rondônia, tem como principal objetivo sufocar toda a estrutura logística utilizada pelo tráfico internacional de drogas e pelos grupos criminosos responsáveis pelo roubo e furto de veículos destinados aos países vizinhos. A ação ocorre de forma integrada com as Polícias Militares do Acre, do Mato Grosso e do Amazonas, fortalecendo a fiscalização e o policiamento nos pontos de divisa com o estado de Rondônia.
A operação também conta com o apoio fundamental do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, responsável pelo custeio das diárias dos militares empregados na missão, além do Exército Brasileiro, que disponibiliza a estrutura logística necessária para a instalação e manutenção das bases operacionais fixas nas regiões estratégicas.
Em poucos dias de atuação contínua, a Operação Sufocare Fronteiras já apresenta resultados altamente expressivos no enfraquecimento das organizações criminosas. As equipes policiais empenhadas na força-tarefa apreenderam quase meia tonelada de entorpecentes, recuperaram diversos veículos com registros de furto e roubo, retiraram de circulação mais de trinta mil litros de combustíveis que seriam destinados às atividades ilícitas e confiscaram equipamentos variados utilizados pelo crime.
De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar de Rondônia, coronel Glauber Souto, os números alcançados demonstram a alta eficiência da integração entre as corporações e a assertividade da estratégia adotada. O comandante destacou que a ofensiva tem desarticulado rotas logísticas fundamentais para os criminosos nas áreas de fronteira.
Na mesma linha, o coordenador-geral de Fronteiras e Amazônia do Ministério da Justiça e Segurança Pública, coronel Jacks Galvão, ressaltou que a união entre os estados fronteiriços e as forças federais produz respostas concretas contra o crime organizado, enfatizando o papel estratégico do Exército Brasileiro no entendimento da dinâmica fronteiriça com os países produtores de entorpecentes que ingressam no território nacional.